1 de setembro de 2010

Fogos, fogos e fogos...

Portugal, on fire !!!

Chega o Verão, chegam as tão ansiadas e preciosas férias. É altura de relaxar, de diversão, de esquecer os problemas vividos na escola e no trabalho. Ninguém se quer preocupar com nada, posso até dizer que a única preocupação é relaxar e trabalhar para o bronze.

Porém, todos os anos a história repete-se vezes sem conta. O céu que deveria ser de um azul estonteante, fica coberto de fumo e cinza. As paisagens montanhosas outrora verdes, ficam completamente negras devido à maldade humana e ao poder impiedoso das chamas. E será esta calamidade, que assola todos os anos o nosso país, o tema desta crónica.

Por este facto, parabéns Governo!

Mas, já agora, onde é que os ministros deste país andam? De férias no Algarve, no estrangeiro, em hotéis de cinco estrelas e mansões? Hum, deve ser óptimo! Vocês ( Governo) já viram bem o vosso país? Aposto que não, têm mais que fazer do que se preocuparem com aqueles que vos elegeram como representantes da nação. Se formos a analisar as coisas, vemos que era só isto que faltava. Não há dinheiro, os números da crise são cada vez maiores, a corrupção aumenta cada vez mais, o Benfica foi campeão, e agora, o país está repleto de incêndios.

E andam vocês a gastar o NOSSO DINHEIRO em obras públicas completamente desnecessárias, em vez de o aplicarem para o bem de todos e não para o vosso. É mesmo necessário ver o país neste estado? É preciso que morram bombeiros e civis para que vocês se lembrem de mais e melhores meios de combate às chamas? E aqueles “seres humanos” que praticam tais actos, estão onde, livres? Sairão sempre impunes?

O melhor é pensarem, por uma vez que seja, em tudo o que se perde. Recursos naturais, campos agrícolas, bens materiais, casas, animais, e o bem mais precioso de todos: a vida humana. E depois de escrever esta crónica, sei que vou ligar a televisão e ver mais notícias sobre esta calamidade e ver o horror estampado na cara das pessoas.
E por esta, Sr. Primeiro-Ministro, falamos em Setembro.




Filipa Silveira, Crónica Mensal

28 de agosto de 2010

Edição especial: Música !

Ora canta o tiroliroliro ora canta o tirorilá !

Cantas tu ou canto eu ? Nem eu nem tu que é melhor.
Vendo bem a geração que nasceu entre 93 e 95, penso que o Quim Barreiros e as "tetas da cabrita" marcaram definitivamente a nossa geração. Ok, vamos falar de forma séria agora. Tantos cantores, tantas bandas podem ter marcado cada um de nós, penso que cada um tem aquele ou aqueles que o marcaram definitivamente. Os patinhos marcaram o administrador número um deste blog (a ele ninguém lhe dá baile) enquanto a mim foi sem dúvida o Noddy !

Ok, agora é mesmo a sério.
Linkin Park ? É quase universal, há sempre uma musica ou outra que gostamos destes rapazes. Limp Bizkit ? Fenomenal, para quem gosta do género, como eu. Os Pearl Jam provavelmente são imortais para estas gerações, é compreensível.
Mas o que é que uma musica como “Leave Out All The Rest” provoca que uma “tetas da cabrita” não provoca ? É a letra meus amigos, é a letra. A música está presente em tudo, desde o primeiro raio de sol ao momento em que se deixa de o ver. É impossível imaginar um mundo sem uns 3 a 4 minutos se um som fantástico, é impossível imaginar um planeta sem um “I Gotta Felling” que provoca uma onde de alegria por toda a população do mundo. Diferente faixas etárias pedem diferentes tipos de musicas, pessoas mais maduras, com idade mais avançada preferem um fadinho ou um jazz (não o Jazz dos UTAH da NBA), outros vão mais à bola com um bailinho da madeira (não é Roberto ?), outros não se importam de partir uns dentes num moche, num concerto de Rock.
São gostos, cada um com os seus. Qualquer grande momento na história tem que ser acompanhado com uma música. Por exemplo a queda do murro de Berlim fica-lhe bem uma música com uma letra dirigida à liberdade enquanto um grande momento desportivo tem quase sempre o mesmo som:” We Are The Champions” (versão Green Day, muito melhor). Momentos de tristeza pedem mais um “Hero” dos Nickelback enquanto a alegria salta à vista com um “More” do Usher.
Cada um dá valor ao que mais acredita, ao que mais necessita e tenho plena certeza que muita gente por esse mundo fora dá mais valor à música que a qualquer outra coisa. Desde o “We Will Rock You” até ao “Eye of Tiger”, isto são lendas, vão perdurar eternamente na mente de qualquer pessoa. E para mais, quem é que algum dia vai esquecer “Billie Jean” ou “Thriller” do rei ? Ou saltando para esta última década quem irá esquecer “It’s My Life”, “Numb” ou claro, “I Gotta Felling” ? Eu não, isso é uma certeza.
Sabes uma coisa ?

Ouve música, seja de que tipo for, salta, vibra, e o mais importante de tudo, sente.




Diogo Mota, Crónica Semanal